Linguagem Coloquial

A linguagem coloquial, informal ou popular é uma linguagem utilizada no cotidiano em que não exige a observância total da gramática, de modo que haja mais fluidez na comunicação feita através de jornais, revistas e principalmente num diálogo. Na linguagem informal usam-se muitas gírias e palavras infante-juvenis e livros de muitos diálogos. Em contrapartida a linguagem formal ou culta é aquela que carrega consigo a rigidez das normas gramaticais, utilizada principalmente em textos e profissões que a exigem como no Direito.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Diferenças entre a subordinada subjetiva e a objetiva direta

Há diferença entre a subordinada subjetiva e a subordinada  objetiva direta 
Entre as ocorrências linguísticas que mais os alunos alegam se queixar em relação a dúvidas estão as orações subordinadas, dadas as distintas classificações, complexidade de regras, enfim, atributos que são peculiares à língua que falamos.

Contudo, além de tais aspectos, equivale afirmar que as semelhanças existentes entre essas orações, em se tratando das classificações que a elas atribuímos, também representam casos pontuais nesses inevitáveis questionamentos. Em decorrência disso, reservamo-nos no direito de levar até você algumas informações que certamente poderão fazer a diferença nas suas compreensões sobre esse “temido” aprendizado. Dessa forma, vamos aos exemplos:

 

Alguns alunos declararam que não haviam feito a tarefa.

Quando nos atemos à classificação que poderia ser atribuída a tal enunciado, conhecimentos sinalizam que:

Alguns alunos declararam – oração principal

Que não haviam feito a tarefa – oração subordinada substantiva objetiva direta.


Inferimos que a conjunção integrante “que” é o principal elemento que nos conduz a essa classificação. Em seguida, se formos analisar melhor, constatamos que a oração principal se constitui de um sujeito declarado, explícito, ora demarcado por “alguns alunos”, em que “alunos” representa o centro da significação maior, o núcleo.

Nesse sentido, apoiados na ideia de que o sujeito se encontra explicitado, podemos afirmar que se trata de uma oração subordinada substantiva objetiva direta.

Partamos para outro exemplo:


Declarou-se que a tarefa não ia ser feita.

Classificando, temos que:

Oração principal - declarou-se

Oração subordinada substantiva subjetiva – que a tarefa não ia ser feita.

Transformando essa oração para a voz passiva analítica, temos:

Foi declarado que a tarefa não ia ser feita.

Quando analisamos, percebemos que a oração principal é dada por “foi declarado”.

Acerca, portanto, dessas elucidações, equivale afirmar que se trata de uma oração subordinada subjetiva, haja vista que o sujeito não se encontra nela contido.


Por hoje só galera, fiquem sempre ligados!

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