As gírias são próprias de uma
determinada época e, muitas vezes, deixam de existir quando caem em
desuso. Muitas gírias são tão utilizadas por grande parte da população
de um país
que acabam sendo incorporadas pelo vocabulário oficial, fazendo
parte dos dicionários.
Exemplos:
Gata ou gato = mulher bonita, homem bonito
Baranga = mulher feia
Coroa = pessoa idosa
Corno = pessoa traída
Magrela = bicicleta
Abrir o jogo = contar a verdade
Arrancar os cabelos = ficar desesperado
Baixar a bola = ficar calmo
Catinga = fedor
Cabeça-dura = pessoa teimosa
Com o pé na cova = próximo da morte
Dar o troco = fazer vingança
Pagar o mico = passar vergonha
Baranga = mulher feia
Coroa = pessoa idosa
Corno = pessoa traída
Magrela = bicicleta
Abrir o jogo = contar a verdade
Arrancar os cabelos = ficar desesperado
Baixar a bola = ficar calmo
Catinga = fedor
Cabeça-dura = pessoa teimosa
Com o pé na cova = próximo da morte
Dar o troco = fazer vingança
Pagar o mico = passar vergonha
Muitas gírias são criadas pelos jovens e adolescentes, em função da necessidade de buscar palavras e conceitos novos. A gíria é um
fenômeno de linguagem especial usada por certos grupos sociais
pertencentes a uma classe ou a uma profissão em que se usa uma palavra
não convencional para designar outras palavras formais da língua com
intuito de fazer segredo, humor ou distinguir o grupo dos demais criando
um jargão próprio.