Linguagem Coloquial

A linguagem coloquial, informal ou popular é uma linguagem utilizada no cotidiano em que não exige a observância total da gramática, de modo que haja mais fluidez na comunicação feita através de jornais, revistas e principalmente num diálogo. Na linguagem informal usam-se muitas gírias e palavras infante-juvenis e livros de muitos diálogos. Em contrapartida a linguagem formal ou culta é aquela que carrega consigo a rigidez das normas gramaticais, utilizada principalmente em textos e profissões que a exigem como no Direito.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

O uso da vírgula nas orações subordinadas


 


Entre os elementos que se encontram demarcados por este sinal de pontuação, ora representado pela vírgula, enfatiza-se o período composto por subordinação. Dadas as particularidades inerentes aos postulados gramaticais, o artigo em questão pauta-se por evidenciar os casos considerados como exceção e, sobretudo, aqueles nos quais tal ocorrência linguística se manifesta. Diante disso, vejamos:
 Orações subordinadas substantivas
Não é recomendável o uso da vírgula entre a oração subordinada substantiva e a principal.
Exemplos:

Esperamos | que você concorde com nossas ideias. 
                       Or. subord. substantiva objetiva direta

Tenho necessidade | de que você me compreenda.
                                        Or. subord. substantiva completiva nominal

Contudo, quando se trata das subordinadas apositivas, faz-se necessário o uso desta.
Exemplo:
Há na vida  um regulamento, que não podemos deixar de ser felizes.  
                                                        Or. subord. substantiva apositiva.

* Orações subordinadas adjetivas
As orações subordinadas restritivas não são demarcadas pela vírgula.
Exemplo:

Os garotos |que venceram nas olimpíadas | foram premiados. 
                        Or. subord. adjetiva restritiva

Já as subordinadas adjetivas explicativas são precedidas do uso da vírgula.
Exemplo:

Macunaíma, |que é considerado o herói nacional, |é personagem de uma obra literária. 
                         Or. subord. adjetiva explicativa

Orações subordinadas adverbiais
* Não é obrigatório, mas é recomendável que se use a vírgula entre as subordinadas adverbiais e a oração principal.
Exemplo:

Como chovia muito naquele instante|, resolvemos não prosseguir.
Or. subord. adverbial causal

* Caso a oração subordinada venha depois da principal, o uso da vírgula é dispensável.
Exemplo:

Todos ficaram surpresos | quando chegamos. 
                                                  Or. subord. adverbial temporal


Por hoje só galera, voltem sempre!
GIRLSPT.COM - Cursores Animados

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Diferenças entre a subordinada subjetiva e a objetiva direta

Há diferença entre a subordinada subjetiva e a subordinada  objetiva direta 
Entre as ocorrências linguísticas que mais os alunos alegam se queixar em relação a dúvidas estão as orações subordinadas, dadas as distintas classificações, complexidade de regras, enfim, atributos que são peculiares à língua que falamos.

Contudo, além de tais aspectos, equivale afirmar que as semelhanças existentes entre essas orações, em se tratando das classificações que a elas atribuímos, também representam casos pontuais nesses inevitáveis questionamentos. Em decorrência disso, reservamo-nos no direito de levar até você algumas informações que certamente poderão fazer a diferença nas suas compreensões sobre esse “temido” aprendizado. Dessa forma, vamos aos exemplos:

 

Alguns alunos declararam que não haviam feito a tarefa.

Quando nos atemos à classificação que poderia ser atribuída a tal enunciado, conhecimentos sinalizam que:

Alguns alunos declararam – oração principal

Que não haviam feito a tarefa – oração subordinada substantiva objetiva direta.


Inferimos que a conjunção integrante “que” é o principal elemento que nos conduz a essa classificação. Em seguida, se formos analisar melhor, constatamos que a oração principal se constitui de um sujeito declarado, explícito, ora demarcado por “alguns alunos”, em que “alunos” representa o centro da significação maior, o núcleo.

Nesse sentido, apoiados na ideia de que o sujeito se encontra explicitado, podemos afirmar que se trata de uma oração subordinada substantiva objetiva direta.

Partamos para outro exemplo:


Declarou-se que a tarefa não ia ser feita.

Classificando, temos que:

Oração principal - declarou-se

Oração subordinada substantiva subjetiva – que a tarefa não ia ser feita.

Transformando essa oração para a voz passiva analítica, temos:

Foi declarado que a tarefa não ia ser feita.

Quando analisamos, percebemos que a oração principal é dada por “foi declarado”.

Acerca, portanto, dessas elucidações, equivale afirmar que se trata de uma oração subordinada subjetiva, haja vista que o sujeito não se encontra nela contido.


Por hoje só galera, fiquem sempre ligados!

domingo, 15 de setembro de 2013

Orações Subordinadas Adjetivas

Orações adjetivas são aquelas orações que exercem a função de um adjetivo dentro da estrutura da oração principal. Elas são sempre iniciadas por um pronome relativo e servem para caracterizar algum nome que aparece na estrutura da frase. Há dois tipos de orações adjetivas: as restritivas e as explicativas.
O. S. Adjetivas Restritivas: funcionam como adjuntos adnominais e servem para designar algum elemento da frase. Não pode ser isolada por vírgulas, e restringe, identifica o substantivo ou pronome ao qual se refere.
Exemplo:
- Você é um dos poucos alunos que eu conheço.
Suj. + VL + predicativo + O.S. Adjetiva Restritiva

- Eles são um dos casais que falaram conosco ontem.
Suj. + VL + predicativo + O.S. Adjetiva Restritiva

- Os idosos que gostam de dançar se divertiram muito.
Suj. + O.S. Adjetiva Restritiva + VI + adj. Adv.


O. S. Adjetivas Explicativas: ao contrário das restritivas, são quase sempre isoladas por vírgulas. Servem para adicionar características ao ser que designam. Sua função é explicar, e funciona estruturalmente como um aposto explicativo.
Exemplo:
- Meu tio, que era advogado, prestou serviços ao réu.
Sujeito + O.S. Adj. Explicat. + VTDI + OD + OI

- Eu, que não sou perfeito, já cometi alguns erros graves.
Suj. + O.S. Adj. Explicat. + VTD + OD

- Os idosos, que gostam de dançar, se divertiram muito.
Suj. + O.S. Adj. Explicat. + VI + Adj. Adv.


Por hoje só galera, um bom início de semana!