Linguagem Coloquial

A linguagem coloquial, informal ou popular é uma linguagem utilizada no cotidiano em que não exige a observância total da gramática, de modo que haja mais fluidez na comunicação feita através de jornais, revistas e principalmente num diálogo. Na linguagem informal usam-se muitas gírias e palavras infante-juvenis e livros de muitos diálogos. Em contrapartida a linguagem formal ou culta é aquela que carrega consigo a rigidez das normas gramaticais, utilizada principalmente em textos e profissões que a exigem como no Direito.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Orações subordinadas adverbiais


Uma oração é considerada subordinada adverbial quando se encaixa na oração principal, funcionando como adjunto adverbial. São introduzidas pelas conjunções subordinativas e classificadas de acordo com as circunstâncias que exprimem. Podem ser: causais, comparativas, concessivas, condicionais, conformativas, consecutivas, finais, proporcionais e temporais.
Causais: indicam a causa da ação expressa na oração principal.
As conjunções causais são: porque, visto que, como, uma vez que, posto que, etc.


Ex: A cidade foi alagada porque o rio transbordou.

Consecutivas: indicam uma consequência do fato referido na oração principal.
As conjunções consecutivas são: que (precedido de tal, tão, tanto, tamanho), de sorte que, de modo que, etc.
Ex: A casa custava tão cara que ela desistiu da compra.

Condicionais: expressam uma circunstância de condição com relação ao predicado da oração principal. As conjunções condicionais são: se, caso, desde que, contanto que, sem que, etc.
Ex: Deixe um recado se você não me encontrar em casa.

Concessivas: indicam um fato contrário ao referido na oração principal. As conjunções concessivas são: embora, a menos que, se bem que, ainda que, conquanto que, etc.
Ex: Embora tudo tenha sido cuidadosamente planejado, ocorreram vários imprevistos.
Conformativas: indicam conformidade em relação à ação expressa pelo verbo da oração principal. As conjunções conformativas são: conforme, consoante, como, segundo, etc.
Ex: Tudo ocorreu como estava previsto.

Comparativas: são aquelas que expressam uma comparação com um dos termos da oração principal. As conjunções comparativas são: como, que, do que, etc.
Ex: Ele tem estudado como um obstinado (estuda).

Finais: exprimem a intenção, o objetivo do que se declara na oração principal. As conjunções finais são: para que, a fim de que, que, porque, etc.
Ex: Sentei-me na primeira fila, a fim de que pudesse ouvir melhor.

Temporais: demarca em que tempo ocorreu o processo expresso pelo verbo da oração principal. As conjunções temporais são: quando, enquanto, logo que, assim que, depois que, antes que, desde que, ...
Ex: Eu me sinto segura assim que fecho a porta da minha casa.

Proporcionais: expressam uma ideia de proporcionalidade relativamente ao fato referido na oração principal. As conjunções proporcionais são: à medida que, à proporção que, quanto mais...tanto mais, quanto mais...tanto menos, etc.
Ex: Quanto menos trabalho, tanto menos vontade tenho de trabalhar.

Algumas orações subordinadas adverbiais podem apresentar-se na forma reduzida, com o verbo no infinitivo, no gerúndio ou no particípio.

São:
Causais: Impedido de entrar, ficou irado.
Concessivas: Ministrou duas aulas, mesmo estando doente.
Condicionais: Não faça o exercício sem reler a proposta.
Consecutivas: Não podia olhar a foto sem chorar.
Finais: Vestiu-se de preto para chamar a minha atenção.
Temporais: Terminando a leitura, passe-me o texto.


Por hoje só galera, ontem não pude fazer novas postagens, pois estava muito ocupado. Voltem sempre!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

O uso da vírgula nas orações subordinadas


 


Entre os elementos que se encontram demarcados por este sinal de pontuação, ora representado pela vírgula, enfatiza-se o período composto por subordinação. Dadas as particularidades inerentes aos postulados gramaticais, o artigo em questão pauta-se por evidenciar os casos considerados como exceção e, sobretudo, aqueles nos quais tal ocorrência linguística se manifesta. Diante disso, vejamos:
 Orações subordinadas substantivas
Não é recomendável o uso da vírgula entre a oração subordinada substantiva e a principal.
Exemplos:

Esperamos | que você concorde com nossas ideias. 
                       Or. subord. substantiva objetiva direta

Tenho necessidade | de que você me compreenda.
                                        Or. subord. substantiva completiva nominal

Contudo, quando se trata das subordinadas apositivas, faz-se necessário o uso desta.
Exemplo:
Há na vida  um regulamento, que não podemos deixar de ser felizes.  
                                                        Or. subord. substantiva apositiva.

* Orações subordinadas adjetivas
As orações subordinadas restritivas não são demarcadas pela vírgula.
Exemplo:

Os garotos |que venceram nas olimpíadas | foram premiados. 
                        Or. subord. adjetiva restritiva

Já as subordinadas adjetivas explicativas são precedidas do uso da vírgula.
Exemplo:

Macunaíma, |que é considerado o herói nacional, |é personagem de uma obra literária. 
                         Or. subord. adjetiva explicativa

Orações subordinadas adverbiais
* Não é obrigatório, mas é recomendável que se use a vírgula entre as subordinadas adverbiais e a oração principal.
Exemplo:

Como chovia muito naquele instante|, resolvemos não prosseguir.
Or. subord. adverbial causal

* Caso a oração subordinada venha depois da principal, o uso da vírgula é dispensável.
Exemplo:

Todos ficaram surpresos | quando chegamos. 
                                                  Or. subord. adverbial temporal


Por hoje só galera, voltem sempre!
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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Diferenças entre a subordinada subjetiva e a objetiva direta

Há diferença entre a subordinada subjetiva e a subordinada  objetiva direta 
Entre as ocorrências linguísticas que mais os alunos alegam se queixar em relação a dúvidas estão as orações subordinadas, dadas as distintas classificações, complexidade de regras, enfim, atributos que são peculiares à língua que falamos.

Contudo, além de tais aspectos, equivale afirmar que as semelhanças existentes entre essas orações, em se tratando das classificações que a elas atribuímos, também representam casos pontuais nesses inevitáveis questionamentos. Em decorrência disso, reservamo-nos no direito de levar até você algumas informações que certamente poderão fazer a diferença nas suas compreensões sobre esse “temido” aprendizado. Dessa forma, vamos aos exemplos:

 

Alguns alunos declararam que não haviam feito a tarefa.

Quando nos atemos à classificação que poderia ser atribuída a tal enunciado, conhecimentos sinalizam que:

Alguns alunos declararam – oração principal

Que não haviam feito a tarefa – oração subordinada substantiva objetiva direta.


Inferimos que a conjunção integrante “que” é o principal elemento que nos conduz a essa classificação. Em seguida, se formos analisar melhor, constatamos que a oração principal se constitui de um sujeito declarado, explícito, ora demarcado por “alguns alunos”, em que “alunos” representa o centro da significação maior, o núcleo.

Nesse sentido, apoiados na ideia de que o sujeito se encontra explicitado, podemos afirmar que se trata de uma oração subordinada substantiva objetiva direta.

Partamos para outro exemplo:


Declarou-se que a tarefa não ia ser feita.

Classificando, temos que:

Oração principal - declarou-se

Oração subordinada substantiva subjetiva – que a tarefa não ia ser feita.

Transformando essa oração para a voz passiva analítica, temos:

Foi declarado que a tarefa não ia ser feita.

Quando analisamos, percebemos que a oração principal é dada por “foi declarado”.

Acerca, portanto, dessas elucidações, equivale afirmar que se trata de uma oração subordinada subjetiva, haja vista que o sujeito não se encontra nela contido.


Por hoje só galera, fiquem sempre ligados!

domingo, 15 de setembro de 2013

Orações Subordinadas Adjetivas

Orações adjetivas são aquelas orações que exercem a função de um adjetivo dentro da estrutura da oração principal. Elas são sempre iniciadas por um pronome relativo e servem para caracterizar algum nome que aparece na estrutura da frase. Há dois tipos de orações adjetivas: as restritivas e as explicativas.
O. S. Adjetivas Restritivas: funcionam como adjuntos adnominais e servem para designar algum elemento da frase. Não pode ser isolada por vírgulas, e restringe, identifica o substantivo ou pronome ao qual se refere.
Exemplo:
- Você é um dos poucos alunos que eu conheço.
Suj. + VL + predicativo + O.S. Adjetiva Restritiva

- Eles são um dos casais que falaram conosco ontem.
Suj. + VL + predicativo + O.S. Adjetiva Restritiva

- Os idosos que gostam de dançar se divertiram muito.
Suj. + O.S. Adjetiva Restritiva + VI + adj. Adv.


O. S. Adjetivas Explicativas: ao contrário das restritivas, são quase sempre isoladas por vírgulas. Servem para adicionar características ao ser que designam. Sua função é explicar, e funciona estruturalmente como um aposto explicativo.
Exemplo:
- Meu tio, que era advogado, prestou serviços ao réu.
Sujeito + O.S. Adj. Explicat. + VTDI + OD + OI

- Eu, que não sou perfeito, já cometi alguns erros graves.
Suj. + O.S. Adj. Explicat. + VTD + OD

- Os idosos, que gostam de dançar, se divertiram muito.
Suj. + O.S. Adj. Explicat. + VI + Adj. Adv.


Por hoje só galera, um bom início de semana!

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Locuções adjetivas

Locução é a união de duas ou mais palavras em uma mesma “expressão” que possui valor semântico próprio, comportando-se, pois como uma só palavra, e exercendo a função de um único termo.
Locução adjetiva, por sua vez, é uma expressão formada por duas ou mais palavras, com valor de adjetivo.
Vejamos alguns exemplos de locuções, com seus adjetivos correspondentes:

  • amor de mãe  = amor materno
  • comportamento de criança = comportamento infantil
  • objetos de decoração = objetos decorativos
  • plano de governo = plano governamental
A maioria das locuções adjetivas são formadas por PREPOSIÇÃO + ADJETIVO, como nos exemplos acima.
Pode também ser formada por PREPOSIÇÃO + ADVÉRBIO, como nos exemplos abaixo:
  • cardápio de hoje = cardápio hodierno
  • pneus de trás = pneus traseiros
Há ainda locuções adjetivas que correspondem a adjetivos eruditos, vejamos os exemplos:
  • de abelha = apícola
  • de abóbora  =  cucurbitáceo
  • de fábrica = fabril
  • de abutre  =   vulturino
  • de açúcar =  sacarino
  • de águia   =  aquilino
  • de aluno   =  discente
  • de fera = beluíno, feroz, ferino
  • da chuva = pluvial
  • do lago = lacustre
As locuções adjetivas, evidentemente, possuem também a função de enriquecer o léxico do discurso, fazendo com que o texto se torne mais dinâmico, mais objetivo, mais poético… dependendo do uso que se faz das mesmas.
OBS 1: as locuções adjetivas não são formadas por verbos, pois neste caso seriam orações.
OBS 2: Nem sempre o significado da locução adjetiva corresponde ao significado do adjetivo a que ela se refere. por exemplo: “Os pensamentos de Fernando eram infantis.” Neste caso, o adjetivo infantis não quer dizer que são pensamentos “da infância”, mas que são pensamentos imaturos, ou “sem maturidade”.
Por hoje só galera, voltem sempre!
LOCUÇÃO ADJETIVA ADJETIVO
de abelha apícola
de abdômen abdominal
de ano anual
de asno asinino
de astro sideral
de audição ótico
de boca bucal
de cão canino
de estrela estelar
de face facial
de gado pecuário
de gato felino
de gelo glacial
de guerra bélico
de junho junino
de lua lunar
de mãe maternal
de pai paternal
de páscoa pascal
de pombo columbino
de rim renal
de serpente ofídico
de sol solar
de tarde vespertino
de verão estival
sem piedade impiedoso

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Orações coordenadas e orações subordinadas


As orações coordenadas não apresentam dependência sintática, o que não ocorre com as orações subordinadas, pois são dependentes entre si
A seção com a qual você se depara neste momento diz respeito às orações coordenadas e orações subordinadas. Pois bem, sem nenhuma dúvida, tal fato linguístico o (a) faz relembrar algo: período composto.

Ora, se se trata de um período, obviamente que nele há duas orações, e é exatamente no estudo delas que reside todo o conhecimento que a partir de agora você irá adquirir. Nesse sentido, gostaríamos - ainda que de forma superficial- que você se atentasse para os dois exemplos que abaixo se mostram evidentes:

Ela chegou e apresentou as novas ações a serem executadas.

Em termos de construção sintática, não precisamos ir muito além para constatarmos que as duas orações não mantêm entre si nenhuma relação de dependência para que se tornem decifráveis, completas. Isso significa dizer que se classificam como orações coordenadas.

Assim que ela chegou, apresentou as novas ações a serem executadas.

Em se tratando dos elementos sintáticos, não podemos afirmar que tais orações se assemelham às coordenadas, haja vista que a primeira oração (assim que ela chegou) apresenta uma relação de dependência para com a segunda – o que significa afirmar que se classificam como orações subordinadas.

Por hoje só galera, voltem sempre!

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Você sabe o que são Pérolas Gramaticais?

perolas.jpg 

"Pérolas Gramaticais" é uma denominação comumente utilizada para designar o uso de vocábulos inadequados presentes nas construções linguísticas, os quais prejudicam a coesão das mensagens emitidas. É importante observar que tanto a fala como a escrita estão sujeitas à ocorrência desse tipo de "deslize", e que as "pérolas", muitas vezes, são proferidas por descuido (ou mesmo desconhecimento da forma correta) por parte do emissor. O leitor/ouvinte, ao se deparar com "pérolas gramaticais", pode considerá-las divertidas, fato perfeitamente explicável tendo-se em vista a incoerência que as construções apresentam. Geralmente, as pérolas são extraídas de redações de vestibular. 
Observe alguns exemplos:
Gostaria de informar que o período de matrícula inspirou. (expirou)
 

Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe. (adrenalina)

Na Bahia há um povo muito hospitalar. (hospitaleiro)

Agora que estou informatizado, cobrarei meus direitos. (informado)


O Brasil é um país abastardo com um futuro promissório. (abastado, promissor)

O maior matrimônio do país é a Educação. (patrimônio)

Os índios eram muito atrasados, mas com o tempo foram se sifilizando. (civilizando)

A vida é um conto de fábulas. (fadas)
Tiradentes, depois de morto, foi decapitulado. (decapitado)

A capital de Portugal é Luiz Boa. (Lisboa)


Como diz o ditado: é duro agradar a pobres e troianos. (gregos)

Eu concordo em gênero e número igual. (gênero, número e grau)

Ele tem medo de ficar preso no elevador, pois tem cleptomania. (claustrofobia)

Acho que minha professora é lésbica, pois está sempre olhando para cima. (estrábico)

Por hoje só galera, voltem sempre!

sábado, 7 de setembro de 2013

Como escrever o primeiro parágrafo de um texto


Veja como atrair a atenção do leitor já na introdução de seu texto. Confira a seguir dicas como escrever o primeiro parágrafo de um texto:
O primeiro parágrafo de um texto deve ser escrito da maneira mais simples possível. É ele quem vai atrair a atenção do leitor e despertar sua curiosidade para a leitura do texto. O importante é passar o máximo de informações possíveis para que o leitor saiba qual é o assunto principal do texto somente com a leitura das primeiras frases.
O uso de citações, anedotas e até mesmo fatos curiosos pode ser uma boa saída para textos que não são tão técnicos e não possuem tanta informação crucial para ser colocada logo na introdução.

Tome cuidado também para não escrever algo distinto do restante do texto. Após finalizar seu trabalho, procure ler novamente o parágrafo para ver se ele ainda faz sentido.

Veja a seguir alguns exemplos de parágrafos introdutórios que chamam a atenção do leitor por diversos motivos:
Citações:
Hillary Clinton uma vez afirmou “Não é possível haver democracia de verdade sem que a voz das mulheres seja escutada”. Em 2006, quando Nancy Pelosi se tornou a primeira mulher a ocupar a cadeira de Presidente da Câmara nos Estados Unidos, a voz das mulheres pôde realmente ser ouvida.

Curiosidade:
Você sabia que o grasnar dos patos não ecoa? A descoberta foi feita recentemente por um grupo de pesquisadores americanos. O fato vem chamando a atenção de pesquisadores do mundo todo que tentam encontrar uma explicação para o ocorrido.
 
Definição:
O relacionamento é a forma em que as pessoas se tratam e se comunicam. Quando um indivíduo se sente confortável e feliz ao se comunicar com uma pessoa, diz-se que o relacionamento entre os dois é bom.

Anedota:
Hoje de manhã deixei minha irmã ir para a escola com uma grande marca de pasta de dente no queixo. Fui sacana e só a avisei quando ela estava entrando na van.


Por hoje só galera, uma boa noite para vocês que estão nesse friozinho! rs
Fiquem de olho!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Diferença do “Porque”

 
1 - Utiliza-se "Por que", separado e sem acento, em Frases Interrogativas, tendo o mesmo significado de "Por que motivo". Exemplo: Por que você não veio à Escola?
2 - Utiliza-se "porque", junto e sem acento, em Frases Explicativas, tendo o mesmo significado de "por causa que", "Pois". Exemplo: Não fui ao Colégio porque estava Doente! Neste caso o termo causa fica subentendido.

3 - Utiliza-se Por quê, separado e com acento, também em Frases Interrogativas, assim como o Por que. Este "Por quê" é utilizado em finais de frases, tendo o mesmo significado de "por qual motivo". Exemplo: Você não veio à Escola Por quê?

4
- Utiliza-se Porquê, junto e com acento, em Frases Substantivadas. Tem o mesmo sentido de razão. Exemplo: Gostaria de saber o Porquê de sua apatia.


Por hoje só galerinha, não se esqueçam de compartilhar com os amigos.
Boa noite!

terça-feira, 3 de setembro de 2013

5 dicas simples para escrever melhor




Quer ser um bom escritor? Confira dicas simples que podem ajudá-lo a alcançar esse objetivo sem grandes preocupações
Embora muitas pessoas acreditem que escrever seja um dom, a prática também pode ser muito útil em alguns casos. Para escrever bem não é preciso muito. Basta ter uma boa ideia e seguir práticas simples. Não acredita? Confira as dicas:

1. Ninguém quer ler porcarias
É claro que o conceito de "porcarias" é bastante subjetivo, mas se você mesmo considera um assunto desnecessário, por que falar dele? Procure assuntos que despertem interesse - não só para você, mas também para o seu público. Quanto mais você se interessa sobre o que vai dizer, melhor poderá falar sobre. Portanto, antes de iniciar um texto pense: será que alguém está interessado em saber disso?


2. Antes de ser esperto, seja claro
Um texto cheio de estilo não serve para nada se as pessoas não conseguem entender o que você está dizendo. Preocupe-se, primeiro, em fazer com que os seus leitores entendam perfeitamente o conteúdo do texto, para, só então, pensar em adicionar palavras difíceis e afins.


3. Conte histórias, não estatísticas

Embora os dados sejam fundamentais para validar a veracidade do seu texto, as pessoas se interessam muito mais por histórias. Experiências que você - ou alguém que você conhece - viveu contam muito mais do que um aglomerado de números no meio da página. O que você precisa fazer, então, é dar um jeito de inserir as estatísticas dentro da história. Isso não é difícil, basta encontrar o gancho certo para trazer determinada informação à tona.


4. Leve em conta sua audiência

Você não deve ser hipócrita a ponto de omitir as próprias opiniões para agradar a sua audiência, lembre-se de que alguém há de concordar com você. Contudo, você também não precisa bancar o "do contra" e se opor a qualquer afirmação que vem sendo feita. Antes de começar o seu texto, pense em como os seus leitores vão receber aquela informação. Você não precisa dizer exatamente o que eles querem ouvir, mas pode abordar os assuntos que mais geram interesse neles. Essa é uma boa saída para ser honesto e, ainda assim, agradar.


5. A escolha de palavras importa

Assim como o estilo, a escolha de palavras não ajuda em nada se o texto não tiver conteúdo. Lembre-se de que talvez as pessoas não tenham o mesmo conhecimento de vocabulário que você possui. Por que encher um texto de termos grandes e complicados se você pode simplificar a vida de quem está lendo? Prefira sempre a saída mais simples, isso não é sinônimo de texto pobre, não se preocupe.


Por hoje só galera, volte sempre!